Um eclipse solar total será visível em várias regiões, incluindo Groenlândia, Islândia, Rússia, Oceano Atlântico, Espanha e partes de Portugal no dia 12 de agosto.
A Nasa transmitirá o evento ao vivo com imagens da trajetória do eclipse e entrevistas com especialistas, além de realizar experimentos na faixa de totalidade.
Observadores em outras partes do Hemisfério Norte poderão ver um eclipse solar parcial, e estudantes lançarão balões científicos para estudar os efeitos do escurecimento temporário do céu.
Astrônomos identificaram nuvens de sal na atmosfera do 'Planeta Rosa', GJ 504 b, a 57 anos-luz da Terra.
A descoberta, publicada no The Astronomical Journal, apresenta evidências diretas da existência de nuvens salgadas em um corpo celeste tão frio.
O telescópio James Webb analisou a composição atmosférica, revelando vapor d'água, metano e outras moléculas, ampliando a compreensão sobre atmosferas de exoplanetas.
Em 2 de agosto de 2027, o planeta irá testemunhar o eclipse solar total mais longo do século 21, com mais de seis minutos de escuridão completa.
O ponto máximo do fenômeno ocorrerá em Luxor, no Egito, onde os moradores poderão vivenciar 6 minutos e 22 segundos de totalidade.
O evento será visível em uma faixa que abrange vários países, entre eles Espanha, Marrocos, Egito e Arábia Saudita, e requer cuidados especiais para a observação.
A Artemis 2, missão tripulada à Lua, trouxe uma coleção de mais de 7.000 imagens do satélite, permitindo uma nova análise por humanos.
As crateras lunares, que atraem interesse comercial por potenciais de mineração e água, são foco de estudo para a construção de uma base lunar até 2031.
Especialistas destacam a importância da visão humana na captura de detalhes que sensores não conseguem registrar, enriquecendo a documentação da exploração lunar.