O Hamas anunciou a dissolução de seu governo na Faixa de Gaza, transferindo a administração para um comitê tecnocrata palestino, conforme estipulado em acordo de cessar-fogo.
A medida é vista como uma pressão sobre Israel, especialmente em meio a estagnação nas negociações mediadas pelos EUA.
Apesar da dissolução, o Hamas mantém controle firme em Gaza, e especialistas acreditam que a medida chega atrasada para influenciar a situação no terreno.
Donald Trump afirmou que o cessar-fogo no Oriente Médio está em estado crítico, após rejeitar a contraproposta de paz do Irã.
O Irã reafirmou sua disposição para responder a qualquer agressão e exigiu o fim do bloqueio americano, além da liberação de ativos congelados.
A tensão última leva ao temor de um aumento das hostilidades na região e impacta o preço do petróleo, que subiu devido à incerteza no Estreito de Ormuz.
O vice-comandante das Forças Armadas do Irã, Mohammad Jafar Asadi, afirmou que a retomada do confronto militar com os EUA é provável devido à falta de compromisso americano com o cessar-fogo.
O impasse gira em torno do programa nuclear iraniano, com os EUA expressando insatisfação com a nova proposta de paz enviada por Teerã.
Trump mencionou que a escolha dos EUA é entre fechar um acordo ou retomar a ofensiva militar, enfatizando que o país não está satisfeito com a proposta iraniana.