A confirmação da teoria da área dos buracos negros de Stephen Hawking, proposta há 50 anos, foi celebrada por cientistas.
A colaboração LIGO-Virgo-KAGRA anunciou que a fusão de dois buracos negros em 14 de janeiro de 2025 proporcionou a evidência necessária para validar a teoria.
Avanços na tecnologia de detecção de ondas gravitacionais permitiram medições de alta precisão, apoiando pesquisas que aproximam a relatividade geral e a mecânica quântica.
O Observatório Neil Gehrels Swift da Nasa registrou um buraco negro gigante engolindo uma estrela em uma galáxia distante, um fenômeno ainda mais raro por ocorrer longe do núcleo.
A descoberta, liderada por Robert Stein e publicada no jornal 'The Astrophysical Journal Letters', valida uma nova técnica para a busca de eventos semelhantes.
Pesquisadores observaram um clarão ultrabrilhante causado pela aproximação de uma estrela a um buraco negro supermassivo, desencadeando um evento de ruptura de maré.
A previsão de Stephen Hawking sobre buracos negros, feita há 51 anos, foi comprovada com a detecção de ondas gravitacionais de um evento cósmico em 2025.
O fenômeno, chamado GW250114, resultou na fusão de dois buracos negros, aumentando a área do novo buraco negro gerado.
O estudo, com 99,999% de confiança, destaca a importância da astronomia de ondas gravitacionais e homenageia a contribuição de Hawking para a física moderna.