O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou um acordo que garante o controle de Washington sobre as reservas de petróleo da Venezuela, estimadas em mais de 65 bilhões de barris.
Trump destacou que este tratado é o maior da história, prevendo uma redução significativa nos preços da gasolina para os americanos e a criação de empregos na Venezuela.
Autoridades afirmaram que a nova joint venture se tornará a segunda maior empresa privada de petróleo do mundo, com investimentos de quase US$ 100 bilhões para a recuperação da economia venezuelana.
Lula promete criar o Ministério da Segurança Pública se a PEC da Segurança for aprovada durante seu ato de campanha em São Bernardo do Campo.
Flávio Bolsonaro defende seu pai e enfatiza sua capacidade de negociar acordos internacionais, incluindo declarações sobre criminalizar facções como organizações terroristas.
Outros candidatos como Caiado e Zema também iniciam suas campanhas, apresentando propostas focadas em segurança e gestão pública, enquanto Renan Santos critica os principais adversários e propõe reformas para atrair investimentos.
O acordo de cessar-fogo entre EUA e Irã cria um pesadelo político para o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, minando sua imagem e força política.
A pressão dos EUA e a exigência de Teerã para que Israel cesse ataques ao Hezbollah colocam Netanyahu em um dilema entre confronto com aliados ou rendição.
Críticas internas de membros do Likud e do governo acentuam a dificuldade de Netanyahu em manter sua abordagem de segurança em meio a uma guerra e potenciais eleições imminentes.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que o Irã está muito interessado em fechar um acordo, mas os EUA não estão satisfeitos com as negociações até agora.
Trump destacou que não há discussão sobre aliviar as sanções contra o regime iraniano e que ninguém controlará o Estreito de Ormuz após o conflito.
Além disso, Trump disse que não será pressionado a fechar um acordo antes das eleições de meio de mandato, apesar da preocupação do Partido Republicano com sua popularidade em queda.
O governo brasileiro, sob a liderança de Lula, assinou um acordo com a Bolívia para combater o crime organizado transnacional.
O pacto inclui a troca de informações de inteligência em tempo real sobre atividades criminosas e a realização de operações conjuntas nas fronteiras.
Lula enfatizou a importância da integração latino-americana durante o encontro com o presidente boliviano, Rodrigo Paz, enquanto negociações paralelas com os EUA continuam.