Acordo entre EUA e Arábia Saudita permite construção de reatores nucleares e enriquecimento de urânio, gerando preocupações em Israel sobre uma possível corrida armamentista no Oriente Médio.
O acordo, que precisa da aprovação do Congresso dos EUA, visa desenvolver um programa nuclear civil na Arábia Saudita, mas críticos temem por questões de segurança da região.
Autoridades israelenses, incluindo o ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, expressaram que o acordo pode comprometer a segurança israelense e levar ao desenvolvimento de armas nucleares na Arábia Saudita.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciará um acordo nuclear com a Arábia Saudita que permitirá ao país enriquecer urânio.
O tratado visa fortalecer os laços Estados Unidos-Arábia Saudita em meio à tensões com o Irã e requer aprovação do Congresso dos EUA.
O acordo, que tem enfrentado oposição de congressistas e autoridades israelenses, foi separado da exigência de reconhecimento diplomático de Israel pela Arábia Saudita.
O presidente americano Donald Trump devolveu um acordo com o Irã com alterações, estendendo as negociações por mais uma semana.
Trump pediu uma linguagem mais rígida sobre os compromissos nucleares do Irã e expressou preocupação sobre alívio financeiro, comparando com acordos anteriores.
O encontro que tinha como objetivo uma decisão final não resultou em conclusões, mantendo as discrepâncias no ar, enquanto as negociações continuam.
O Irã e os Estados Unidos estão próximos de um acordo para transformar o cessar-fogo atual em uma solução mais duradoura, com um 'memorando de entendimento' em desenvolvimento.
O acordo proposto inclui um compromisso do Irã de não buscar armas nucleares, além da reabertura gradual do Estreito de Ormuz e a suspensão das sanções em sincronia com o progresso nas negociações.
Apesar das declarações otimistas, há incertezas sobre o conteúdo e a viabilidade do acordo, com autoridades iranianas minimizando expectativas.