O árbitro Fernando Espinoza foi afastado após fazer uma brincadeira de 'farmar aura' antes de um jogo na Argentina.
A Associação do Futebol Argentino (AFA) tomou a decisão em resposta à abordagem informal do árbitro durante o sorteio de bola e campo.
O comunicado da Direção Nacional de Arbitragem (DNA) reforçou a necessidade de conduzir o sorteio de forma séria e profissional, sem expressões ou comentários inadequados.
A FIFA aplicou multas de até US$ 321 mil à AFA e suspendeu três jogadores da seleção argentina por exibir uma faixa sobre as Ilhas Malvinas em um jogo contra a Inglaterra.
A penalidade inclui investimento de pelo menos US$ 100 mil em combate à discriminação, caso não ocorram novos incidentes durante o período probatório.
Jogadores como Leandro Paredes e Nahuel Molina foram suspensos por conduta inadequada e agressão durante a competição.
A Fifa impôs uma multa de R$ 1,6 milhão à AFA devido a incidentes em diversas partidas da Copa do Mundo 2026, incluindo o uso de bandeiras políticas durante a semifinal.
Jogadores argentinos e membros da comissão técnica também foram punidos, com a maior penalidade sendo para Leandro Paredes, que recebeu 10 jogos de suspensão e uma multa de 90 mil dólares.
Além da multa, a Argentina jogará duas partidas com 50% da capacidade do público e deverá destinar parte da multa para um plano de combate à discriminação.
Argentina e Espanha se enfrentarão na final da Copa do Mundo, após cancelamento da Finalíssima que ocorreria em março devido a desentendimentos entre a Uefa e a AFA.
Propostas para realizar o jogo em Madri ou em duas partidas foram rejeitadas pela Argentina, que desejava jogar apenas em 31 de março.
O torneio foi cancelado e agora o tão aguardado confronto acontece em um palco maior: a final da Copa do Mundo.
O FBI está conduzindo uma investigação sobre a movimentação financeira da AFA durante a Copa do Mundo de 2026, focando em possíveis crimes como lavagem de dinheiro e fraude.
Promotores federais analisam transações de centenas de milhões de dólares em bancos americanos, ligadas à empresa TourProdEnter LLC, que gerencia contratos internacionais da AFA.
A investigação, que começou em 2025, ainda está em fase preliminar e não houve acusação formal até o momento.