O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, revelou que o futuro do Estreito de Ormuz será decidido em conjunto com Omã, ressaltando que a via é de interesse mútuo.
Em resposta a ameaças dos EUA sobre o controle do estreito, Araghchi afirmou que o Irã não permitirá a passagem de embarcações de países em conflito durante a guerra.
O chanceler também negou a existência de negociações formais com os EUA, enfatizando que apenas mensagens estão sendo trocadas.
A Comissão de Segurança do Parlamento iraniano aprovou um plano para impor pedágios a navios no Estreito de Ormuz, aumentando o controle do Irã na via navegável.
O plano visa reforçar a soberania do Irã, incluindo a proibição de passagem para embarcações dos Estados Unidos e de Israel.
O Estreito de Ormuz, onde passou cerca de um quinto do suprimento mundial de petróleo, se tornou um ponto de tensão crescente devido ao conflito entre EUA, Israel e Irã.
O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã impediu o transporte marítimo no Estreito de Ormuz, anunciando que embarcações de aliados de Israel e dos EUA enfrentarão severas medidas.
Três navios porta-contêineres foram forçados a dar meia-volta na região após avisos emitidos pela marinha iraniana.
O estreitamento das rotas marítimas ocorre em meio a um contexto de intensificação do conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel, que já resultou em numerosas perdas de vidas civis e militares.
O Irã ameaçou retaliar e atacar as instalações energéticas dos EUA na região caso sua infraestrutura de energia seja atacada.
A ameaça foi uma resposta aos comentários de Donald Trump, que ameaçou destruir usinas de energia iranianas se o Estreito de Ormuz não for reaberto em 48 horas.
A situação aumenta as tensões na região, especialmente em relação ao transporte de petróleo pelo Estreito de Ormuz, crucial para o mercado energético global.