Diplomatas iranianos na Índia reagiram a um post de Donald Trump que reivindica o Estreito de Ormuz como território americano, compartilhando um mapa com a Califórnia em evidência.
A publicação foi feita pelo consulado de Teerã em Hyderabad e tem um tom humorístico, especialmente considerando que muitos iranianos vivem na Califórnia, em uma região conhecida como 'Tehrangeles'.
Trump, ao afirmar que o Estreito pode ser declarado território dos EUA, mencionou que a via é crucial para o transporte global de petróleo, mas especialistas apontam que nenhum dos lados controla totalmente a área.
Donald Trump declarou que o Estreito de Ormuz será considerado território americano e que isso acontecerá em breve.
A declaração pode levar ao envio de tropas dos EUA para a região, enquanto a guerra entre EUA e Irã continua a impactar o tráfego no estreito.
Especialistas afirmam que a situação é complexa, com navios temendo pela segurança devido a ataques a embarcações e um bloqueio naval em vigor contra o Irã.
Os Estados Unidos intensificaram bombardeios contra o Irã, atingindo pontes e um aeroporto, enquanto o Irã respondeu com ataques a bases americanas no Oriente Médio.
A escalada de hostilidades segue o colapso do acordo de cessar-fogo, com Trump ameaçando ataques aéreos em larga escala e as forças iranianas retaliando em várias frentes.
O conflito no Estreito de Ormuz interrompeu o fornecimento de energia global, elevando os preços do petróleo e aumentando a tensão nas rotas de transporte marítimo da região.
Irã ameaça fechar novos corredores de exportação que beneficiam EUA e aliados após bloquear o estreito de Ormuz.
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã declarou que a pressão sobre o comércio marítimo pode ser ampliada, envolvendo os houthis do Iémen.
A situação já afeta significativamente o transporte de energia global, com o Irã prometendo manter o estreito fechado até que suas demandas sejam atendidas.
Donald Trump anunciou recuo na cobrança de um pedágio de 20% sobre navios no Estreito de Ormuz após conversas com líderes do Oriente Médio.
O presidente afirmou que o fluxo de embarcações está mantido, exceto para aquelas ligadas ao Irã.
A reação do Irã à proposta de pedágio foi irônica, com o chanceler enfatizando que garantias de passagem segura deveriam ser compensadas, mas considerando os 20% excessivos.