Um relatório dos EUA, criticado por Edson Fachin, alega que decisões de Alexandre de Moraes impuseram uma 'censura global' com remoções de conteúdo internacional.
O comitê aponta que plataformas digitais foram forçadas a obedecer a ordens judiciais brasileiras, com sanções aplicadas a quem resistisse.
Fachin responde que o relatório distorce o sistema jurídico brasileiro, defendendo a liberdade de expressão, mas ressaltando que ela não é absoluta.
O comitê judiciário da Câmara dos Representantes dos EUA emitiu um relatório sobre as ações do ministro Alexandre de Moraes do STF, alegando que ele prejudica a soberania americana.
O documento afirma que Moraes tenta censurar a liberdade de expressão nos EUA, o que poderia impactar as eleições brasileiras de 2026.
A comissão destaca que as ordens de censura de Moraes visam principalmente seus oponentes políticos e menciona casos de dados pessoais de usuários sendo exigidos de plataformas como Google e Meta.