O Botafogo reagiu à ação da Eagle/Ares, que buscava a suspensão da recuperação judicial do clube.
Na petição, a SAF do Botafogo argumenta que a Eagle está priorizando interesses do Lyon ao invés da saúde financeira do clube e que isso pode levar à sua quebra imediata.
O Botafogo destaca que a situação financeira é crítica, com patrimônio negativo e incapacidade de pagar salários, o que pode resultar em severas sanções da FIFA.
A SAF do Botafogo conseguiu suspender os direitos políticos da Eagle Bidco para evitar que a holding, focada na recuperação do Lyon, assumisse o controle do clube.
Com a suspensão, o clube social se torna o único acionista votante, permitindo um diálogo mais favorável entre as partes e facilitando a aprovação de um empréstimo de US$ 25 milhões.
A medida é parte de uma estratégia para assegurar valores devidos pelo Lyon ao Botafogo e proteger os interesses do clube em meio a disputas judiciais.
O Lyon enfrenta uma crise severa, com nove jogos sem vencer e eliminações em duas competições.
A atuação decepcionante de Endrick contra o Angers foi amplamente criticada pela imprensa internacional.
O jornal Le Figaro destacou a falta de eficácia do time e apontou a necessidade de mudanças na abordagem tática que tem prejudicado o desempenho do atacante brasileiro.
O Botafogo entrou com ações judiciais contra o Lyon devido a dívidas que superam R$ 745 milhões.
A SAF do Botafogo alega que fez transferências e contraiu um empréstimo significativo para o clube francês, que não cumpriu suas obrigações financeiras.
O clube carioca busca recuperar os valores devidos para garantir a continuidade de seu projeto esportivo e enfrentar as consequências de um transfer ban imposto pela FIFA.