As Forças Armadas dos EUA iniciam novos ataques ao Irã, conforme comunicado do Comando Central.
Os ataques, realizados sob ordens do Comandante-em-Chefe, visam reduzir a capacidade do Irã de ameaçar o tráfego comercial na região.
Essa ofensiva é a 12ª noite consecutiva de ações militares americanas contra o Irã, enquanto autoridades iranianas prometem retaliar caso haja novos ataques.
Donald Trump anunciou a operação 'Projeto Liberdade' para retirar embarcações retidas no estreito de Ormuz, em resposta a pedidos de países internacionais.
A operação começa na manhã de segunda-feira, 4 de maio de 2026, e visa a libertação de navios e suas tripulações que enfrentam escassez de alimentos.
Trump descreveu a iniciativa como um gesto humanitário e afirmou que as conversas com o Irã estão em andamento para resolver a situação.
O navio cargueiro Touska, de bandeira iraniana, foi apreendido pelos EUA, que acreditam que ele transportava itens de uso duplo com possíveis aplicações militares.
O Irã acusou os EUA de 'pirataria armada' e afirmou que o navio estava vindo da China, desafiando as ações americanas no Mar Arábico.
A tripulação do Touska, que inclui um capitão e membros iranianos, pode ter enfrentado problemas devido à presença das famílias a bordo.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, revelou que o futuro do Estreito de Ormuz será decidido em conjunto com Omã, ressaltando que a via é de interesse mútuo.
Em resposta a ameaças dos EUA sobre o controle do estreito, Araghchi afirmou que o Irã não permitirá a passagem de embarcações de países em conflito durante a guerra.
O chanceler também negou a existência de negociações formais com os EUA, enfatizando que apenas mensagens estão sendo trocadas.