O senador Sergio Moro, candidato ao governo do Paraná, anunciou que não participará do primeiro debate das eleições de 2026, afirmando que os debates se tornaram uma 'rinha de galo' sem discussão de propostas.
Moro declarou que se recusa a entrar em um 'jogo combinado' com outros candidatos, que, segundo ele, estão desesperados para atacá-lo devido à sua liderança nas pesquisas.
Com a desistência de Moro, o debate contará apenas com a presença de Requião Filho e Sandro Alex, enquanto Moro lidera as intenções de voto com 39%.
O ministro Alexandre de Moraes pediu à PGR a inclusão de Sergio Moro no Inquérito das Milícias Digitais, após declarações feitas por ele sobre a legitimidade das eleições de 2022.
A PGR tem cinco dias para se manifestar sobre a solicitação, que foi feita pelo deputado Lindbergh Farias.
Moro insinuou, sem provas, que a vitória de Lula sobre Bolsonaro não foi legítima, o que leva Farias a argumentar que isso cria uma narrativa de fraude eleitoral.
Sérgio Moro lança sua pré-candidatura ao governo do Paraná após se filiar ao PL, reafirmando seu alinhamento com os Bolsonaros.
Durante seu discurso, ele questionou a validade da eleição de Lula, acusando-o de estar ligado a criminosos e de minimizar o crime.
Moro criticou a gestão econômica do governo atual, afirmando que a roubalheira voltou em uma escala inimaginável, afetando até os aposentados e pensionistas.
Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato à Presidência, anunciou seu apoio a Sérgio Moro para o governo do Paraná.
A colaboração entre Bolsonaro e Moro pode dificultar a candidatura do atual governador, Ratinho Junior, para a sucessão.
Uma pesquisa recente indica que Moro lidera a disputa, tendo melhores chances de vencer em todos os cenários testados para o primeiro e segundo turnos.