A Terra está sob alerta para uma tempestade geomagnética causada por uma ejeção de massa coronal solar até sábado, 29.
A tempestade, classificada como nível G2, pode provocar alarmes de tensão em sistemas de energia e observar auroras boreais em regiões mais ao sul, como Nova York.
A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA alerta que eventos desse tipo são incomuns, mas não raros, e afetam o campo magnético terrestre.
Após meses de monitoramento, a NOAA confirmou o início do fenômeno El Niño com anomalias de temperatura superiores a +0,5°C.
O fenômeno está atualmente em fraca intensidade, mas há uma previsibilidade de 63% para um El Niño muito forte entre novembro e janeiro.
Os impactos no Brasil incluem redução das chuvas na Região Norte e aumento das precipitações na Região Sul, com efeitos mais significativos previstos para a primavera.
A NOAA anunciou o início do episódio de El Niño para 2026-2027, com características típicas como aquecimento das águas do Oceano Pacífico.
Modelos climáticos indicam uma probabilidade de 63% de que o fenômeno alcance intensidade muito forte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027.
O sul do Brasil deverá ser a região mais impactada, com aumento significativo das chuvas e risco de enchentes extremas durante o segundo semestre de 2026 e início de 2027.