Três petroleiros, um navio porta-contêineres e um transportador de gás cruzaram o Estreito de Ormuz desde quinta-feira.
O Irã permitiu a passagem de embarcações consideradas amigáveis após ter fechado a rota devido a tensões com os EUA e Israel.
A atividade de navios na região está aumentando, com Omã mediando discussões e importantes embarcações ligadas ao Japão também atravessando o estreito.
A Comissão de Segurança do Parlamento iraniano aprovou um plano para impor pedágios a navios no Estreito de Ormuz, aumentando o controle do Irã na via navegável.
O plano visa reforçar a soberania do Irã, incluindo a proibição de passagem para embarcações dos Estados Unidos e de Israel.
O Estreito de Ormuz, onde passou cerca de um quinto do suprimento mundial de petróleo, se tornou um ponto de tensão crescente devido ao conflito entre EUA, Israel e Irã.
Donald Trump declarou que considera tomar o controle do petróleo do Irã, mencionando a possibilidade de capturar a Ilha de Kharg, crucial para a exportação do país.
O presidente dos EUA criticou aqueles que se opõem a essa ideia e afirmou que a indústria petrolífera iraniana poderia ser controlada por tempo indeterminado, citando precedentes como a Venezuela.
Trump também sugeriu que o atual líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, pode estar morto ou gravemente ferido, enquanto as tensões na região aumentam com reforço militar dos EUA.
Donald Trump anunciou bombardeios intensivos em Kharg, Irã, destacando a destruição de alvos militares e a ameaça à infraestrutura petrolífera da ilha.
O governo dos EUA prometeu recompensas por informações sobre líderes iranianos e aumenta a presença militar na região com marines enviados ao Oriente Médio.
O conflito resultou em uma volatilidade acentuada nos preços do petróleo, enquanto a população iraniana enfrenta escassez de alimentos e medicamentos nas cidades atingidas.