O Banco Digimais contestou reportagens sobre deterioração financeira e irregularidades contábeis, afirmando que não havia dados oficiais para apoiar as alegações.
Uma representação da Polícia Federal, baseada em informações do Banco Central, citou indícios de manipulação contábil e gestão temerária na instituição.
A investigação revela que o banco supostamente superavaliou ativos e realizou operações irregulares com sua controladora, possivelmente enganando investidores e autoridades regulatórias.
Um grupo de conselheiros e associados do Corinthians protocolou um novo pedido de impeachment contra o presidente Osmar Stabile, alegando irregularidades na administração.
O documento cita contratações problemáticas, incluindo a Mega Assessoria Operacional e a Bear Security Ltda., que teriam violado normas estatutárias e legais.
Os autores do pedido pedem auditoria independente e que o Conselho Deliberativo processe seus pedidos, destacando a pressão sobre a atual gestão do clube.
Iván Cepeda, candidato governista à Presidência da Colômbia, recuou e negou encontrar evidências de irregularidades nas eleições do primeiro turno.
O candidato da esquerda enfatizou ser sério e transparente, afirmando que não há fatos que justifiquem um pronunciamento sobre supostas irregularidades.
O presidente Gustavo Petro e o candidato conservador Abelardo de la Espriella discordam dos resultados, com Petro alegando inclusão irregular de eleitores e Espriella convocando forças de segurança para defender a Constituição.
O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sánchez, foi expulso do quadro associativo do clube após decisão do Conselho Deliberativo.
A expulsão foi aprovada com 112 votos a favor e seguiu a recomendação da Comissão de Ética, que apontou irregularidades no uso do cartão corporativo durante sua gestão.
Andrés alega que não havia uma política interna clara sobre o uso do cartão, mas enfrenta processos na Justiça por denúncias de apropriação indébita e outras irregularidades.
A ex-deputada Carla Zambelli destinou R$ 2 milhões para a Academia Nacional de Cultura, ONG ligada ao filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro.
A verba foi alvo de auditoria do TCU por falta de rastreabilidade, tendo sido transferida ao governo de São Paulo antes do repasse à ONG, que ainda não recebeu os recursos.
A investigação abrange também outras denúncias de irregularidades em emendas parlamentares destinadas a produções culturais, incluindo Martin das produções ligadas à mesma gestão.
Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, teve acesso antecipado a investigações sigilosas do MPF meses antes de sua ordem de prisão.
Mensagens indicam que documentos confidenciais foram enviados a Vorcaro por um aliado, envolvendo irregularidades na negociação com o Banco de Brasília.
A Polícia Federal investiga um possível vazamento da ordem de prisão, com indícios de acesso ilegal a sistemas de órgãos públicos por colaboradores do banqueiro.