Após a divulgação oficial de GTA 6, o vazador conhecido como Cyberleek desapareceu repentinamente.
A criptomoeda ligada ao Cyberleek, $CYBERLEEK, viu seu valor cair drasticamente, desvalorizando mais de 80% após movimentações suspeitas de até US$ 268 mil.
A Rockstar Games e a Take-Two Interactive continuam investigando as origens dos vazamentos enquanto o futuro do Cyberleek permanece incerto.
Cyberleek promete vazar gameplay da personagem Lucia em GTA 6 se ao menos dez jogadores aparecerem vestidos de alho-poró na Rockstar.
O grupo está utilizando essa estratégia para criticar a substituição da mídia física pelo digital na indústria de jogos.
A identidade dos responsáveis pelos vazamentos ainda é um mistério, enquanto o volume de transações da criptomoeda $CYBERLEEK ultrapassa os US$ 80 milhões.
A Rockstar Games enfrenta uma série de vazamentos de gameplay do aguardado GTA 6, gerados por um grupo conhecido como Cyberleek, a poucos dias da revelação oficial do jogo.
Além dos vídeos, o grupo também promove uma criptomoeda chamada $CYBERLEEK, que arrecadou milhões, alegando protestar contra práticas da indústria.
A situação gerou frustração entre os funcionários da Rockstar, que temem que os novos vazamentos comprometam o lançamento do jogo e os esforços de segurança já implementados.
O grupo Cyberleek, responsável por vazamentos de GTA 6, teve seu site fora do ar por mais de 16 horas, causando especulações entre os fãs.
Apesar do desaparecimento do site, Cyberleek conseguiu publicar um novo vídeo de gameplay de GTA 6, indicando que ainda está ativo na divulgação dos vazamentos.
Embora a Rockstar e a Take-Two tenham solicitado a remoção de conteúdos, não houve confirmação de operações contra o Cyberleek e a identidade dos responsáveis pelos vazamentos continua desconhecida.
MC Ryan e MC Poze do Rodo são investigados pela Polícia Federal em um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou R$ 1,6 bilhão através de rifas clandestinas e transações financeiras complexas.
A investigação revelou que os artistas usavam suas contas para inserir valores ilícitos no sistema financeiro, mesclando-os com receitas legítimas de shows e publicidade.
Durante a operação, foram apreendidos bens avaliados em aproximadamente R$ 20 milhões e os artistas negam qualquer envolvimento com atividades criminosas.