Bernardo Rossi, ex-prefeito de Petrópolis e aliado de Cláudio Castro, foi alvo de busca da Polícia Federal devido a investigações sobre licenças ambientais relacionadas à Refit.
Ele ocupou cargos importantes no governo do Rio de Janeiro e é suspeito de irregularidades na concessão dessas licenças durante sua gestão na Secretaria de Ambiente.
Rossi nega as acusações e, após deixar a secretaria, se lançou como candidato a uma vaga na Câmara dos Deputados.
A Polícia Federal iniciou a segunda fase da Operação Sem Refino, investigando um conglomerado de combustíveis que supostamente esconde ativos e evade recursos.
Os alvos da operação incluem figuras proeminentes como o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e o ex-deputado estadual Bernardo Rossi.
A defesa de ambos nega qualquer envolvimento em irregularidades e aguarda acesso aos detalhes da investigação para uma manifestação mais detalhada.
A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Sem Refino, com foco na investigação de Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro.
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em imóvel do político em Petrópolis e em outros 15 locais do estado.
A operação investiga crimes relacionados a gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e manipulação de mercado na comercialização de combustíveis.
A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Sem Refino, com foco no ex-governador Cláudio Castro e investigações sobre um conglomerado no setor de combustíveis.
A operação cumpre 16 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, investigando possíveis fraudes em licenças ambientais e lavagem de capitais.
A defesa de Cláudio Castro nega participação em irregularidades e afirma que ele não possui vínculos recentes com o imóvel alvo das buscas.
O TSE confirmou a inelegibilidade de Cláudio Castro por 8 anos, mas não houve cassação do mandato, pois ele renunciou antes do julgamento.
A decisão foi baseada em condenação por abuso de poder político e econômico durante as eleições de 2022, envolvendo práticas irregulares com a Fundação Ceperj e a Uerj.
A renúncia de Castro gerou debate sobre a forma de eleição do novo governador, com possibilidade de eleição direta ou indireta, dependendo da interpretação do STF sobre a causa da vacância.
O ministro André Mendonça do STF votou a favor de eleições indiretas para o governo do Rio de Janeiro, seguindo a opinião do colega Luiz Fux, com um placar atual de 2 a 1.
Flávio Dino, outro ministro, pediu vista do julgamento, alegando que fatores institucionais no Rio tornam a situação perplexa e que é melhor aguardar o acórdão do TSE sobre a renúncia do ex-governador Cláudio Castro.
O debate gira em torno da validade das eleições diretas ou indiretas e se a renúncia de Castro foi uma manobra para evitar a cassação, complicando as interpretações sobre as regras eleitorais no estado.
Cláudio Castro renunciou ao cargo de governador do Rio de Janeiro em um esforço para evitar a cassação pelo TSE.
A renúncia ocorre um dia antes da retomada do julgamento que analisa recursos contra sua absolvição em um processo de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022.
Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, assume interinamente o governo até a convocação de uma eleição indireta na Alerj.