O Ministério Público de Santa Catarina pediu o arquivamento do caso do cão Orelha, após análise minuciosa de quase dois mil arquivos digitais.
A investigação apontou descompasso temporal nas câmeras de vigilância, invalidando a teoria de que Orelha e o adolescente responsável estavam juntos na praia durante a agressão.
Os laudos periciais indicam que a morte do cão foi resultado de eutanásia devido a infecção grave, não por maus-tratos, e foram identificadas notícias falsas que afetaram a investigação.