A Terra está sob alerta para uma tempestade geomagnética causada por uma ejeção de massa coronal solar até sábado, 29.
A tempestade, classificada como nível G2, pode provocar alarmes de tensão em sistemas de energia e observar auroras boreais em regiões mais ao sul, como Nova York.
A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA alerta que eventos desse tipo são incomuns, mas não raros, e afetam o campo magnético terrestre.
Uma tempestade geomagnética está prevista para atingir a Terra entre 27 e 28 de agosto, possibilitando a visualização de auroras boreais em regiões mais ao sul do que o habitual.
O fenômeno será causado por ventos solares rápidos e partículas provenientes de uma erupção solar de classe M6.9 que ocorreu no dia 25 de agosto.
A tempestade geomagnética pode afetar comunicações de rádio e aumentar a intensidade das auroras, dependendo da orientação do campo magnético das partículas solares.
Um eclipse solar total ocorrerá em 12 de agosto de 2026, atravessando regiões como Groenlândia, Islândia, Espanha, Portugal e norte da Rússia.
Este fenômeno coincidirá com o pico da chuva de meteoros das Perseidas e há uma possibilidade teórica de auroras boreais durante a totalidade.
NASA e ESA estão preparando missões para observar o eclipse e sua influência na atmosfera, enquanto os observadores devem usar óculos especiais durante as fases parciais.
Poderosas explosões solares geraram alertas de tempestades solares, com risco elevado de uma tempestade forte (categoria G3) prevista entre sábado (4) e domingo (5).
O fenômeno pode afetar a rede elétrica e os sistemas de energia em altas latitudes, além de aumentar o arrasto em satélites e provocar instabilidade em sistemas de rádio.
Auroras boreais intensas são esperadas em áreas inusitadas, inclusive nos Estados Unidos, resultantes da atividade solar destacada por uma erupção de classe X1.1.