A abertura do Palco Mundo no Rock in Rio 2026 por Luísa Sonza causou polêmica ao não apresentar o foco esperado em bossa nova, mantendo-se no pop dançante.
O diretor criativo Flávio Verne defendeu o conceito do espetáculo e criticou a imprensa, alegando uma busca por engajamento que compromete a imparcialidade nas críticas.
Momentos marcantes do show incluíram um dueto com Roberto Menescal e a apresentação de clássicos da bossa nova, refletindo o recente álbum da cantora, 'Bossa Sempre Nova'.
Luísa Sonza apresentou seu show no Rock in Rio, que teve pouco público e problemas de som, tornando sua performance menos impactante.
Apesar de ser a terceira participação da cantora no festival, a mudança de horário afetou a presença de fãs, que preferiram ver Elton John, o headliner da noite.
Com 18 minutos dedicados à bossa nova com Roberto Menescal e 42 minutos ao pop, Luísa ainda assim declarou que aquele era o show mais importante de sua carreira.
Luísa Sonza criticou o sensacionalismo em seu documentário 'Se Eu Fosse Luísa Sonza', exibido na Netflix, durante sua participação no programa Sem Censura.
A cantora revelou que brigou para cortar cenas que exploraram suas vulnerabilidades, mencionando que o contrato foi assinado um ano antes das gravações.
Luísa expressou sua sensibilidade e fragilidade, e destacou a curiosidade das pessoas sobre o sofrimento e a dor, que muitas vezes é a única forma de empatia demonstrada.