• Lulinha, filho do presidente Lula, foi alvo de investigações somente em anos eleitorais desde 2006, mas nunca se tornou réu.
  • Denúncias e reativações de casos surgiram em cinco dos seis ciclos presidenciais, com acusações arquivadas por falta de provas.
  • Em 2026, novas investigações foram abertas, mas a defesa de Lulinha alega que se trata de uma 'pesca probatória' visando a influência política durante a eleição.