• Uma nova crítica publicada na revista Nature questiona o avanço da Microsoft na computação quântica e seu objetivo de ter um sistema funcional até 2029.
  • O ceticismo em relação aos esforços da empresa é evidenciado por retratações de artigos anteriores e preocupações sobre a validade das pesquisas.
  • A Microsoft defende suas alegações, afirmando que seus avanços são práticos e efetivos, apesar de as críticas levantadas por físicos em relação à confiabilidade de seus dados.